Ótima pergunta — e eu levo isso a sério. A terapia da Constelação Familiar e suas leis sistêmicas foram codificadas e difundidas pelo psicoterapeuta e filósofo alemão Bert Hellinger em 1980. É, portanto, uma técnica recente em comparação a outras abordagens, e por isso ainda há um debate intenso na comunidade científica.
Nos últimos anos, temos visto também o início do uso da técnica de forma institucional no Brasil, com a inclusão da Constelação Familiar nas Práticas Integrativas e Complementares do SUS (Portaria nº 702/2018) e também com o seu uso no Judiciário, com a Resolução 125/2010 do CNJ e o Projeto de Lei PL 9.444/2017, que foi um marco importante da regulamentação da prática nesse contexto. Mais recentemente, a Portaria nº 3923/2021 do TJ de Minas Gerais regulamentou o uso das Constelações em práticas restaurativas do Estado.
Além de Bert Hellinger, diversos outros nomes desenvolveram estudos que aprofundaram ainda mais o conhecimento por trás da prática da Constelação Familiar realizada hoje. Um bom exemplo é Rupert Sheldrake, biólogo inglês, que se destacou pelos estudos de sua Teoria dos Campos Morfogenéticos. Contudo, assim como toda terapia, o foco não está na explicação de suas bases científicas, mas sim na condução e manutenção do bem-estar de quem busca atendimento terapêutico.
Por responsabilidade, eu atuo assim: a Constelação Familiar On-line é uma excelente ferramenta complementar — não substitui acompanhamento psicológico e nem médico. Assim, deixo claros seus limites e indicações.
Na prática, o que você pode esperar comigo? Clareza sobre padrões, alívio emocional seguro e passos concretos para suas relações e decisões. Se isso faz sentido para o seu momento, será um prazer acolhê-la e explicar como uma sessão funciona para o seu caso.